Mulher com bolsa d'água quente sob a barriga, para amenizar cólica | Sanofi

Cólica menstrual: como reduzir essa dor no dia a dia?

A cólica menstrual é uma realidade incômoda e dolorosa para muitas mulheres. Caracterizada por dores intensas na região do baixo ventre e, em alguns casos, incapacitante. Estima-se que as cólicas afetam, entre 50% a 90% das mulheres em idade reprodutiva [1,2]. É possível encontrar muitas opções para mitigar essa dor, mas será que elas funcionam? Descubra!

Cólica menstrual é comum e pode afetar até 90% das mulheres

A cólica menstrual é um sintoma frequente, experimentado por até 90% das mulheres em algum momento da vida [1]. Em cerca de 10% delas as dores podem ser tão fortes que se tornam incapacitantes, prejudicando a vida social e profissional [1]. Alguns sintomas também podem acompanhar a cólica, como dor de cabeça, diarreia, vertigem, náusea, vômito, palidez, entre outros [1].

Ainda que as causas exatas da cólica menstrual não sejam conhecidas, acredita-se que ela aconteça em função do aumento da produção de prostaglandina pelo útero, levando à redução do fluxo sanguíneo na região e ao aumento da sensibilidade das terminações nervosas (nociceptores). [2]

Tratamentos podem reduzir a dor da cólica menstrual

Algumas formas de tratamento, medicamentosas ou não, podem ajudar a aliviar a cólica menstrual. Bolsas de água quente e banhos mornos são opções relevantes, já que o calor na região pode ajudar a reduzir a dor [3]. Pesquisas também indicam que exercícios físicos, se feitos de forma moderada e regular, também podem minimizar o sintoma devido à dilatação dos vasos sanguíneos [3]. O tratamento medicamentoso deve ser acompanhado por um médico e, em geral, envolve o uso analgésicos e anti-inflamatórios não hormonais, antiespasmódicos e até contraceptivos orais em alguns casos [3].

Alimentação adequada e redução de vícios auxiliam

Por mais que não dê para evitar totalmente a cólica menstrual, ela pode ser aliviada antes de acontecer. Uma dieta balanceada com redução de açúcares e sais refinados [3] pode reduzir os sintomas pela diminuição da retenção de líquidos [3]. Outros fatores que podem aumentar a intensidade da dor são: tabagismo, consumo de álcool com frequência, fatores psicológicos (como ansiedade e estresse) e falta de atividade física [1].

TAGS : Dor no corpo, Novalgina

Referências:

[1]: Silva FBP, Souza FO, Januário PO, et al. Prevalência Da Dismenorreia E Sua Influência Na Vida De Trabalhadoras Brasileiras. Revista Saúde e Desenvolvimento. 2019; 13(14) - Consultado em 17/03/2020
[2]: Mieli MPA, Cezarino PYA, Margarido PFR, et al. Dismenorreia primária: tratamento. Revista da Associação Médica Brasileira, vol.59 no.5 São Paulo Sept./Oct. 2013. - Consultado em 17/03/2020
[3]: Acqua RD, Bendlin T. Dismenorreia. FEMINA. 2015; 43(6) - Consultado em 17/03/2020

MAT-BR-2001729

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